sexta-feira, 16 de outubro de 2009

download: Beijos que matam (legendado)


Sinopse:
Um serial killer, que tem como hábito colecionar belas garotas dotadas de alguma qualidade à parte, está a solta. Dr. Alex Cross (Morgan Freeman), um psicólogo forense, envolve-se na investigação quando descobre que sua sobrinha, Naomi Cross (Gina Ravera), é provavelmente mais uma nova refém, iniciando uma corrida contra o tempo e em vão na descoberta da identidade do assassino e da localidade das reféns. Uma esperança surge quando é encontrada inconsciente a Dra. Kate McTiernan (Ashley Judd), a única refém que conseguiu escapar do cativeiro.

Download:

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

download: My Blueberry Nights (legendado)


SINOPSE
Nova York. Jeremy (Jude Law) administra um pequeno café e restaurante. Muito irritada, Elizabeth (Norah Jones) descobre que seu namorado comeu lá com outra mulher. Zangada com a traição dele, ela rompe o namoro e deixa suas chaves com Jeremy, caso seu ex-namorado as queira de volta. Elizabeth retorna ao café várias vezes e ela e Jeremy começam a se sentir bem atraídos um pelo outro. Mesmo assim ela sai da cidade e então viaja de ônibus para Memphis, Tennessee, onde tem dois empregos, pois quer economizar para comprar um carro. Sem revelar onde vive ou trabalha, ela manda um cartão-postal para Jeremy, que fracassa ao tentar localiza-la. Elizabeth conhece pessoas como o policial Arnie Copeland (David Strathairn), que se tornou alcoólatra pois não aceita o fato de Sue Lynne (Rachel Weisz), sua esposa, tê-lo deixado. Elizabeth testemunha o trágico desdobramento desta separação e, já em Nevada, conhece Leslie (Natalie Portman), que adora jogar pôquer por garantir que sabe "ler" o rosto das pessoas.

ELENCO
Jude Law (Jeremy)
Norah Jones (Elizabeth)
Frankie Faison (Travis)
David Strathairn (Arnie Copeland)
Adriane Lenox (Sandy)
Rachel Weisz (Sue Lynne)
Benjamin Kanes (Randy)
Cat Power (Katya)
Natalie Portman (Leslie)
Michael May (Aloha)
Tracy Elizabeth Blackwell (Matron)
Chad R. Davis (Namorado de Elizabeth)


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Curiosidades

- É o 1º filme em inglês do diretor Wong Kar-Wai.

- Estréia da cantora Norah Jones no cinema.

- Norah Jones era a única opção para a personagem Elizabeth, mesmo com sua inexperiência na função de atriz.

- O café pertencente a Jeremy chama-se Klyuch. Trata-se da palavra chave em russo.

- Foi o filme de abertura do Festival de Cannes 2007.

- O orçamento de My Blueberry Nights (Um Beijo Roubado,em portugues) foi de US$
10 milhões.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Download Documentario: Kurt & Courtney (legendado0



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Sinopse:
O documentário, produzido em 1998 e inspirado no livro Who Killed Kurt?, escrito pelo pai de Courtney Love, levanta suspeitas sobre o suicídio do líder do Nirvana, Kurt Cobain. Recheado de depoimentos, o filme vasculha o passado do astro pelo circuito underground de seattle a fim de encontrar uma resposta concreta.
Intrigas, contradições e conspirações reforçam as suposições do autor, o britânico Nick Broomfield, que podem ser conferidas nesse desafiador documentário.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Nazi anti fumo


Fonte: http://oanaconda.blogspot.com/

O artigo a seguir foi publicado em O Estado de S. Paulo em 20 de julho de 2009:

O Brasil tem vivido nos últimos anos, e particularmente nos últimos meses, uma invasão do que poderíamos chamar de politicamente correto. São Paulo encontra-se, agora, na iniciativa. Tal invasão vem acompanhada de uma série de medidas legais, sejam leis propriamente ditas, sejam atos administrativos como decretos, resoluções, portarias e instruções normativas que restringem cada vez mais a liberdade de escolha. O politicamente correto apresenta-se, então, como se fosse, moralmente falando, uma forma do bem que estaria enfrentando o mal, no caso, o mau comportamento. Tivemos, assim, uma avalancha de medidas contra o álcool e o fumo que são apresentadas como se fossem as expressões mesmas da virtude. Sua ampliação já é cogitada para vários alimentos considerados daninhos ao organismo, com diferentes graus de gorduras.

Importa ressaltar que o Estado patrocina essas medidas, impondo-as, de fato, aos cidadãos, como se pudesse arvorar-se em representante do bem, da virtude. O Estado arroga para si uma função que não deveria ser dele, pelo menos na perspectiva de cidadãos que exercem a sua liberdade de escolha, sendo, portanto, responsáveis por aquilo que fazem. O Estado termina por assumir uma função propriamente “ética”, ditando aos cidadãos o que deve ou não ser feito, sendo esse dever seguido de medidas jurídicas, tornando obrigatórios tais comportamentos, sob pena de multas e punições em geral.

Nada disso, no entanto, é muito novo. Embora seja normalmente atribuída a uma moda americana com origem nos anos 50-60 do século passado, a partir de pesquisas correlacionando o hábito do fumo, do álcool, de determinados alimentos e de radiações de aparelhos a certas doenças como câncer, cardiorrespiratórias e outras, sua origem remonta à Alemanha nazista. A ciência médica durante o nazismo não se caracterizou só pelas aberrações cometidas nos campos de concentração, na eugenia, na eliminação de “doentes”, do corpo e da alma, na discriminação racial, mas também por medidas que recomendavam - algumas obrigavam - aos cidadãos determinados comportamentos tidos pelos dirigentes nazistas como saudáveis para o corpo e a alma. Estava em questão aquilo mesmo que era considerado como devendo ser o bom alemão (sigo aqui o livro de Robert N. Proctor The Nazi War on Cancer, Princeton University Press, 1999).

Um slogan nazista utilizado sobretudo para os alimentos assim proclamava: “O seu corpo pertence à nação! O seu corpo pertence ao Führer! Você tem a obrigação de ser saudável! Alimento não é uma coisa privada.”

Ora, dentro dessa lógica, se o corpo do indivíduo pertence à nação, ele pertence a seu dirigente máximo, o Führer, que sabe, em sua onisciência, o que é melhor para todos os cidadãos. O Führer encarna a sabedoria; os cidadãos, a ignorância. A obrigação é a primeira de suas virtudes e a única forma que lhes é reservada de escapar do vício. A saúde do corpo deixa de ser algo individual, objeto de preocupação própria de cada um, e torna-se uma política de Estado, devendo ser simplesmente seguida.

A propaganda nazista não cessava de apregoar a virtude de seus dirigentes, ressaltando que Hitler era antitabagista, enquanto seus inimigos, como Churchill, Roosevelt e Stalin, eram adeptos do fumo, o primeiro, de charutos e os outros dois, de cigarros. Mussolini e Franco eram também não-fumantes. O Führer, ademais, era vegetariano, só comia carne em raras ocasiões, e tampouco bebia. Churchill, seu grande adversário, era renomado tomador de uísque e champanhe em grandes doses. E também não era adepto do vegetarianismo.

Na perspectiva nazista, assinalada em sua propaganda, Hitler era um homem virtuoso, que se dedicava a combater o vício, enquanto os seus adversários eram capitalistas ou comunistas degenerados, frutos de uma civilização decadente. Tratava-se, portanto, para ele, de fazer um resgate da virtude, em contraposição aos que se dedicavam ao vício. Em linguagem contemporânea, diríamos que Hitler era politicamente correto, enquanto os seus inimigos eram libertinos da pior espécie, não propriamente humanos. Eram os representantes dos sub-humanos, embora costumasse reservar mais propriamente essa expressão aos judeus, ciganos, homossexuais e comunistas.

É interessante observar que o álcool e o fumo são considerados enquanto doenças, na verdade, vícios civilizatórios de uma sociedade decadente, de um capitalismo corruptor do corpo e da alma, formas de expressão a serem banidas de um “estilo de vida liberal”. Ambos prejudicariam o desempenho no trabalho e a pureza do corpo, numa mistura de considerações sanitárias, trabalhistas, médicas e ideológicas. O tabaco, em particular, era tido como uma “praga”, uma “epidemia”, uma “bebedeira seca” e uma “masturbação do pulmão”. Também era considerado um “veneno”, uma forma do capitalismo (tobacco capitalism) e o “inimigo da paz mundial”. O ato de fumar era associado à depravação sexual, ao comunismo, ao judaísmo, à África e aos negros degenerados.

A palavra câncer funcionava como uma espécie de metáfora daquilo que deveria ser eliminado, seja um câncer de pulmão, provocado pelo fumo, sejam os judeus, que deveriam ser exterminados. A metáfora do câncer funcionava como um substituto do mal, que exigiria medidas públicas de saneamento, tanto podendo estas se traduzir por medidas raciais, pelo eugenismo, quanto por iniciativas tidas por de saúde pública. Em todo caso, surge, nessas diferentes modalidades, a ideia da criminalização: do alcoolista, do fumante, do judeu, do cigano e do homossexual. Alguns poderiam ser tratados, outros simplesmente eliminados. Um dos mais proeminentes médicos nazistas, Hans Auler, professor em Berlim, considerava o regime nazista como anticancerígeno: “É uma sorte para os pacientes alemães de câncer que o Terceiro Reich estivesse ele mesmo fundado na conservação da saúde alemã.”

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia
na UFRGS.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Download trilha sonora : Into the Wild ( Eddie Vedder)


Link:
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Músicas:
1. Setting Forth
2. No Ceiling
3. Far Behind
4. Rise
5. Long Nights
6. Tuolumne
7. Hard Sun
8. The Wolf
9. End of the Road
10. Society
11. Guaranteed

Faixas Bônus:
Here's To The State (Live)
No More
No More (Live)
Photographs

Download : Into the Wild (legendado)


Sinopse:
Após concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno Christopher McCandless (Emile Hirsch) abre mão de tudo o que tem e poderia ter numa bela carreira. Doa todas as suas economias - cerca de US$24 mil - para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão impactar sua vida. Escrito e dirigido por Sean Penn, e com Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Catherine Keener, Jena Malone e Kristen Stewart no elenco. Recebeu 2 indicações ao Oscar.


Links
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Download: 16 Anos de alcool (legendado)


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SINOPSE

Filmado, na sua totalidade, em Edimburgo durante três períodos diferentes da vida de Frankie Mac. 16 Anos de Álcool transmite o desafio da consciência de um homem em busca de esperança.
Durante a infância, passando pela a adolescência até à idade adulta Frankie Mac observa o mundo à sua volta a afundar-se numa espiral de álcool e violência. Líder de um gang, onde os interesses são música, roupa e violência, Frankie considera ter um conjunto de grandes oportunidades que nunca pensou almejar. Mas serão estas verdadeiras oportunidades?
Com a tomada de consciência própria da idade ele tem, finalmente, uma oportunidade para sentir o poder do verdadeiro amor e perceber o que é ter esperança!

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